24/01/2008 - 09h13
Banco francês perde mais de US$ 10 bi com fraude e créditos de risco
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da Folha Online
O banco francês Société Générale informou nesta quinta-feira que irá registrar uma perda de cerca de US$ 7,16 bilhões devido a um esquema de fraude elaborado por um operador e que irá fazer uma redução de US$ 2,99 bilhões em seus ativos ligados ao mercado de créditos de risco. Com a fraude, o banco espera agora que seu lucro líquido em 2007 fique entre US$ 877 milhões e US$ 1,16 bilhão.
O banco anunciou ter descoberto o caso de fraude em sua divisão de mercados futuros para a França no último fim de semana. O operador envolvido no esquema era responsável por negociar papéis chamados de "plain vanilla" --instrumento financeiro de tipo mais simples, em geral na forma de opções de ações, títulos ou contratos futuros.
Ele assumiu posições fraudulentas no ano passado e neste ano através de um "esquema de transações fictícias", abusando do acesso que tinha a informações sobre os sistemas de segurança do grupo, segundo o banco. O operador (cujo nome não havia ainda sido revelado) assumiu a fraude e o processo de demissão já foi iniciado. Os supervisores imediatos ligados a ele também serão demitidos, segundo comunicado.
A diretoria do Société Générale rejeitou o pedido de renúncia feito pelo executivo-chefe, Daniel Bouton.
As ações do banco tiveram suas negociações suspensas na Bolsa de Paris logo após a abertura, segundo a operadora da Bolsa, a Euronext.
"Hoje é um dia difícil para os acionistas do Société Générale; a sensação é a de um copo meio vazio", informou em uma nota o banco de investimentos J.P. Morgan.
O banco informou ainda que terá de fazer uma captação de US$ 8,02 bilhões em capital novo "nas próximas semanas".
Em 1995, o britânico Barings Bank quebrou com o golpe aplicado por Nick Leeson, que era gerente de negócios com contratos futuros do banco em Cingapura. Na época, Leeson, que acabou preso, perdeu cerca de US$ 1,3 bilhão em negócios não autorizados pelo banco. Outro banco que quebrou com esquemas de fraudes foi o BCCI (Bank of Credit and Commerce International), em 1991, com a perda de mais de US$ 10 bilhões à época.
Ação
Segundo a agência de notícias France Presse, um advogado que representa cem acionistas do Société Générale vai apresentar uma demanda ao procurador de Paris por "fraude, abuso de confiança, falsificação, cumplicidade e ocultação".
O Banco da França (banco central francês, ligado ao Banco Central Europeu) informou que foi imediatamente informado da descoberta desta fraude e de suas conseqüências. "Uma investigação da Comissão Bancária será feita para examinar as condições nas quais aconteceu a fraude", diz o texto.
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